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Egressa de Fisioterapia da Uniara conta os desafios e processos de adaptação de sua carreira internacional na área

Publicado em: 27/03/2026

A egressa do curso de Fisioterapia da Universidade de Araraquara – Uniara, que atuou na Alemanha por sete anos e agora exerce a profissão na Áustria, Karina Cristina Borsari Delle Piagge, conta os desafios da profissão e os processos de adaptação de sua carreira de sucesso internacional.

De acordo com ela, sua ida para a Europa, “inicialmente, seria um plano de um ano sabático, mas acabou se transformando em uma trajetória de longo prazo”. “Permaneci sete anos na Alemanha, atuando com foco em reabilitação ortopédica, neurológica e linfática. Agora resido na Áustria, onde iniciei novamente meu processo de reconhecimento de diploma, o que permitirá minha atuação plena na Fisioterapia, dando continuidade à minha experiência internacional”, afirma.

Karine enfrentou muitos desafios profissionais em sua carreira internacional. “O principal desafio, sem dúvida, foi a língua, tanto pela comunicação geral e técnica com pacientes e equipes quanto pelas exigências legais. Outro desafio foi lidar com as burocracias e normas rigorosas, como a proteção de dados – Datenschutz”, relata.

Outro ponto que a egressa destaca é a validação do diploma. “Na Alemanha, é exigido nível mínimo B2 de proficiência na língua alemã, além de documentação como diploma com Apostila de Haia, tradução juramentada e ementa universitária detalhada. Em alguns casos, pode ser solicitada prova de conhecimentos”, explica ela.

“Já na Áustria, o nível exigido é maior - C1 - e o processo inclui validação por universidade, podendo haver necessidade de cursos de nivelamento, estágios supervisionados e provas. Existe, porém, uma permissão semelhante a um intercâmbio profissional - aprimoramento e ganho de experiência no exterior -, que permite atuar como fisioterapeuta sob supervisão médica. Atualmente, estou nessa condição enquanto aprimoro meu alemão ao nível C1 para dar continuidade ao reconhecimento do diploma”, ressalta.

“A adaptação cultural também exige preparo, especialmente em relação à pontualidade, ao cumprimento de regras e ao forte senso coletivo presente na sociedade. Além disso, há adaptações relacionadas ao clima, à alimentação, ao meio de transporte e, claro, à saudade da família e dos amigos”, completa.

Entre as diferenças da Fisioterapia no exterior, ela relata que, “na Alemanha, a Fisioterapia é considerada uma formação técnica e, muitas áreas, como terapias manuais e reabilitação de mão, são realizadas por meio de cursos adicionais”. “Nesse contexto, a graduação brasileira se destaca por ser mais abrangente e completa, tornando-se um diferencial importante”.

Ela conta que tanto na Alemanha quanto na Áustria, o mercado de trabalho tem uma alta demanda por profissionais qualificados na área da Fisioterapia, “ampliando as oportunidades para quem está disposto a aprender a língua e se adaptar a uma nova cultura”. “Boas notas, especializações, experiência comprovada e organização documental podem acelerar a validação do diploma e impactar positivamente na remuneração”, orienta.

Karine enaltece a base de sua formação na Uniara. “Foi fundamental para minha atuação no exterior. A grade curricular é completa, com base teórica sólida e forte preparo prático, o que me proporcionou segurança e raciocínio clínico para atuar em diferentes contextos. Tive professores altamente qualificados e sempre acessíveis, inclusive quando precisei de orientações após a graduação”, orgulha-se.

“Destaco também o apoio do coordenador do curso, professor Carlinhos, que sempre acreditou no meu potencial e foi essencial nos trâmites de documentação, declarações, certificados e ementas durante o processo de validação do diploma. Sua disponibilidade e incentivo fizeram grande diferença. Sou profundamente grata a ele e a todos os professores que fizeram parte da minha formação. Cada um contribuiu de maneira significativa para que eu pudesse chegar até aqui. Atuar no exterior é desafiador, mas possível. Com preparo, dedicação e uma base sólida, é possível transformar um plano em realidade”, afirma ela.

O coordenador do curso, Carlos Roberto Grazziano, conta que a egressa “sempre foi muito dedicada e exemplar”. “Ela tinha um bom relacionamento com os colegas e professores. Isso certamente favorece o desenvolvimento intelectual, no caso, do aluno, pois ele se sente à vontade e acolhido. A Karine fez o Trabalho de Conclusão de Curso - TCC na área de dermatofuncional e depois foi para fora do país”, orgulha-se.

Ele ressalta que é importante que o aluno entenda por que ele faz um curso completo, em todas as áreas. “Não sabemos, no futuro, o que vai surgir de oportunidades e, no caso da Karine, não foi diferente: ela trabalhou na Alemanha, e agora está na Áustria. É uma satisfação enorme não só para nós, professores, mas para todos os funcionários”, finaliza Grazziano.

Detalhes sobre o curso de Fisioterapia da Uniara podem ser obtidos no endereço www.uniara.com.br ou pelo telefone 0800 55 65 88.

 

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